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Dicas para quem quer adotar um pet

Dicas para quem quer adotar um pet

Adotar um pet é sinônimo de amor! Esses companheiros fofos e peludos fazem companhia, alegram a casa e são uma fonte inesgotável de carinho e atenção. Além disso, esses fofuchos ajudam as crianças a ampliarem suas habilidades sociais, desenvolvendo respeito e companheirismo.

Cuidar de um animalzinho, no entanto, exige uma certa dose de responsabilidade, já que é preciso preparar a casa para recebê-lo. Também é necessário manter as vacinas em dia e cuidar da limpeza do espaço.

Quer adotar um pet? Separamos algumas dicas que vão te ajudar nesse processo! Acompanhe!

Vantagens de adotar um pet

Você sabia que o Brasil tem mais de 30 milhões de animais que precisam de um lar? Os abrigos estão superlotados e as ONGs precisam se desdobrar para atender a tantos pedidos de socorro.

Adotar um pet é um ato de amor e generosidade que muda para sempre a vida do pet e da família que o acolhe. O ato promove responsabilidade social, quebrando o ciclo de abandono e permitindo que os abrigos tenham espaço para receber novos animais.

Gato ou cachorro

Vai adotar um pet e não sabe se prefere gato ou cachorro? Ambos são leais, afetuosos e estão sempre prontos para encher a casa de amor. Esses animais, no entanto, têm características bem diferentes: gatos são mais independentes e se adaptam bem a espaços reduzidos.

Além disso, eles exigem menos intervenções que os cachorros. No entanto, também precisam de carinho e uma boa dose de atenção.

Por outro lado, os cachorros demandam mais atenção e uma convivência mais ativa que atividades físicas diárias, brincadeiras e interação constante. Por isso, são a melhor escolha de pet para quem gosta de atividades ao ar livre e passeios diários.

Atenção: Antes de adotar, avalie seu estilo de vida, espaço disponível e sua rotina diária. Isso garantirá que você adote o pet mais compatível.

Dicas para quem quer adotar um pet

Para garantir que o pet se adapte a sua nova casa, siga as seguintes dicas:

Ajude o pet a se adaptar ao seu novo lar

Quem quer adotar um pet deve ter uma dose extra de paciência. Muitas vezes o bichinho fica estressado e ansioso quando chega a um novo lar, e acaba desenvolvendo hábitos inadequados.

Machos costumam “marcar território” para se sentirem mais à vontade no novo ambiente. Gatos se escondem ou ficam ariscos ao se aproximarem de outros animais ou de alguns humanos. Já os cachorros podem chorar bastante quando ficam sozinhos.

Seja paciente! Trate seu bichinho com muito amor para que ele se sinta acolhido e se sinta cada vez mais à vontade.

Saúde em primeiro lugar

Assim que o pet chegar ao novo lar, faça uma visita ao veterinário. Isso é fundamental para verificar o estado de saúde e evitar colocar em risco a sua família e os outros pets.

Aproveite a visita para colocar as vacinas e os vermífugos em dia. Também é importante castrar o animal para evitar a procriação indesejada.

Ofereça ração de qualidade

Ração de qualidade e água limpa e fresca devem estar sempre a disposição do seu companheiro de quatro patas. É importante estabelecer uma rotina, isso o ajudará a entender as regras da casa e a se sentir mais confiante e seguro.

Experimente alimentos de diferentes sabores e texturas até descobrir qual é o seu favorito. Gatos têm paladar apurado e gostam de variar o cardápio com uma certa frequência. Em nenhuma hipótese ofereça chocolates, alimentos gordurosos ou temperados para o pet.

Prepare e a casa para o pet

Separe um cantinho especial da casa para receber o novo morador. Nada de deixar seu amigo de quatro patas do lado de fora! O espaço deve ser claro, fresco e arejado e, é claro, bem limpinho. Prepare uma caminha macia e felpuda, caixa de areia, água fresca e ração.

Quem tem gato precisa telar as janelas e deixar as portas sempre fechadas para reduzir riscos de fugas. Se você adotar um filhote, lembre-se de retirar móveis e objetos frágeis do caminho para evitar que eles se quebrem quando ele estiver brincando.

A seguir, você confere uma entrevista especial com Luis Oliveira, ativista da causa animal de Guarulho e região, e fundador da ONG Cabo Caramelo, sobre a adoção de pets.

Entrevista especial: Luis Oliveira – ONG Cabo Caramelo

1. Como começou o seu trabalho com cães de rua?

Começou em 2014 quando fui para a “Operação Verão”, no litoral de São Paulo. Em São Vicente, encontrei uma cadelinha caramelo que ficava todo o serviço ao lado da nossa viatura fazendo companhia.

Naquela época, decidi que não deixaria ela lá quando a operação acabasse e que arrumaria um adotante para ela, trazendo ela para a capital onde ela foi adotada por uma mulher na Zona Norte de São Paulo.

Ainda na operação encontramos cerca de seis, sete filhotes em uma caixa de papelão atrás da nossa base e conseguimos doar todos, dali em diante passei a resgatar vários animais sempre que aparecia algum na nossa frente.

2. Teve algum resgate que marcou sua história ou quase te fez desistir?

Vários casos, temos dois que marcaram a nossa história.

Um deles é o Pitbull Mandrake, que foi espancado por moradores de um bairro em Guarulhos, após atacar outros cães na rua. Suspeita-se que Mandrake era um cão utilizado para rinha devido à agressividade com outros animais e suas cicatrizes, mas era manso com seres humanos. As pessoas queriam matá-lo e conseguimos chegar a tempo de resgatá-lo.

3. Qual é a maior dificuldade hoje para manter a ONG funcionando apenas com doações?

A maior dificuldade que uma ONG enfrenta é a financeira.

Para manter uma ONG legalmente constituída, temos custos elevados como sede, locação, luz, água, internet, contador, custos com veterinários elevados, prestação de contas com órgãos oficiais como Ministério Público e Receita Federal, falta de apoio de órgãos oficiais, órgãos públicos, etc.

4. O que as pessoas não imaginam sobre a realidade do abandono de cães no Brasil?

Em pleno ano de 2026 muitas pessoas ainda acreditam que manter animais acorrentados, cheios de pulgas ou carrapatos é normal, e que no primeiro sintoma de uma doença é só abandonar o animal que está tudo certo. As pessoas ainda tem esse pensamento e abandonam os animais.

Um dos principais problemas que temos no caso de abandono são pessoas que não castram as fêmeas, deixam elas soltas e quando elas resolvem entrar no cio e têm seus bebês, as pessoas descartam como se fosse lixo, sendo que a castração hoje em dia é algo bem mais acessível do que antigamente e mais barato do que um combo de bebidas em uma balada.

5. Qual é a importância da castração no combate ao abandono animal?

A castração é fator primordial para resolver o problema de abandono de animais e proliferação de animais de rua, pois castrando os animais evita-se a procriação e o cio das fêmeas.

6. O que você sente quando um cão resgatado finalmente é adotado?

A sensação é de pura alegria e de dever cumprido.

Quando recebemos vídeos destes animais totalmente diferentes de quando nós os resgatamos, a sensação é surreal. E é o combustível para nos fazer continuar, pois geralmente resgatamos os animais em situações de anorexia, com sarnas, com pulgas, sem pelo, sem brilho no olhar e sem expressão no rosto, e quando recebemos vídeos deles 100% recuperados e adotados parece até outro animal.

7. O que mais te dói nesse trabalho… e o que mais te dá forças para continuar?

O que mais dói é o fato de não conseguirmos ajudar a todos os animais que pedem nossa ajuda ou quando resgatamos um animal e ele acaba falecendo porque chegamos tarde demais.

8. Na sua visão, onde começa o erro das pessoas em relação aos cuidados com os pets?

O erro começa em querer ter um animal e não conhecer sobre ele.

Muitas pessoas querem ter animais de raça sem ao menos entender como funciona aquela raça, a energia daquele cão, a função daquele cão, o porquê era utilizado aquele cão, e criam esses animais em apartamentos fechados sem acesso a brinquedos, diversão ou recreação, fazendo com que o animal se torne um animal ansioso e compulsivo.

Outro fator quando as pessoas adotam animais é não dar tempo ao tempo, pois a adaptação de um animal retirado de uma situação cruel leva meses e as pessoas não têm paciência e costumam devolver esses animais com uma semana de adoção.

9. O que significa, na prática, ser um tutor realmente responsável?

Ser um tutor responsável é entender as necessidades do seu cão independente de raça ou não, fazer a recreação do animal, ter tempo para o animal e observar, afinal nem todo cachorro ou gato necessita de companhia, outros não gostam de ficar sozinhos, outros precisam de um gasto surreal de energia, levá-los no veterinário com frequência, esses são os erros mais comuns dos tutores.

10. Que mensagem você deixaria para quem ama animais, mas ainda não se envolve com a causa? Como as pessoas podem ajudar a ONG, mesmo sem adotar um animal?

A causa animal é uma causa muito sofrida, a sugestão para quem ama a causa, mas não tem tempo ou coragem devido às coisas que a gente acaba vendo é, procure uma ONG de confiança e ajude mensalmente, doe rações, doe imateriais.

Você pode atuar também sendo lar temporário para esses animais resgatados, fazer divulgações, campanhas de adoção desses animais, tudo isso ajuda demais aonde esse protetores.

11. Se os cães pudessem falar, o que você acha que eles pediriam aos humanos?

Que os seres humanos sejam mais leais com eles assim como eles são com os humanos, que os respeitem como animais e os tratem como animais, respeitando a sua natureza e aquilo que eles foram criados para fazer.

Como você viu, adotar um pet exige atenção e cuidados especiais — e é exatamente aí que a Ilumini Pet entra. Nosso plano funerário garante uma despedida afetuosa e com todo o amor que seu companheiro merece. Entre em contato e saiba mais!

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