A convivência entre crianças e animais de estimação traz alegria e diversão, tornando a vida muito mais leve. E não é para menos: pets são companheiros leais que estão sempre ao lado dos pequenos, formando uma dupla dinâmica cheia de amor.
Os benefícios, no entanto, vão além da amizade: conviver com animais contribui para o desenvolvimento emocional e social das crianças, ensinando valores como empatia e respeito pelo próximo.
Quer entender melhor o assunto? Então, continue a leitura do post!
Com quantos anos a criança pode ter um pet?
Crianças de até 3 anos não entendem que é preciso ter cuidado para lidar com animais de estimação. No entanto, muitos tutores incentivam a convivência entre crianças e pets, adotando uma postura atenta para evitar que algum deles se machuque.
4 a 7 anos
Nessa idade, a convivência entre criança e animais de estimação deve ser estimulada, pois os pequenos já entendem conceitos importantes como cuidado e respeito.
Claro, esses pequenos ainda precisam de supervisão, mas já podem auxiliar os pais a realizar tarefas simples como trocar a água e colocar mais ração na tigela.
Acima de 8 anos
Crianças dessa idade podem assumir mais tarefas como limpar a área destinada ao pet, desembaraçar o pelo e levar para passear. Além disso, podem ficar mais tempo com o pet, pois conseguem compreender melhor suas necessidades.
Quais as vantagens da convivência entre crianças e animais de estimação?
Crianças amam animais, sejam eles grandes ou pequenos, dóceis ou um pouco mais ariscos. É por isso que em livros e filmes infantis os protagonistas geralmente são pets e não humanos.
Pequenos que crescem em contato com pets aprendem, desde cedo, a importância de cuidar de outros seres vivos, desenvolvendo um senso de responsabilidade que os auxiliam na escola, nos esportes e nas demais atividades extracurriculares.
De fato, ao realizar atividades simples como levar para passear, pentear, alimentar, preparar a caminha e até levar o pet ao veterinário (com os pais, é claro) os pequenos aprendem importantes lições sobre comprometimento e dedicação.
Contribui para a socialização
Segundo uma reportagem da revista Veja, crianças sem irmãos são as mais beneficiadas pela companhia de um pet. De fato, esses companheiros peludos agem como irmãos substitutos: ficam atentos a televisão na hora dos desenhos, se ajeitam na cama para dormir e não recusam um petisco na hora das refeições.
A convivência entre crianças e animais de estimação também contribui para a socialização, uma vez que essa amizade ajuda a compreender as diferenças e a lidar com ferramentas de controle emocional como calma e resiliência.
Fortalece o sistema imunológico
A convivência entre crianças e animais de estimação “treina” o sistema imunológico dos pequenos, o expondo a microrganismos que ajudam a combater alergias e doenças respiratórias.
Olha só: crianças com cachorros sempre brincam ao ar livre e saem para caminhar com seus companheiros peludos. Ao fazer isso, se expõem a microorganismos que ajudam o organismo a gerir melhor sua população bacteriana e a combater patógenos nocivos à flora intestinal e à pele.
Reduz o risco de alergias
A convivência entre crianças e animais de estimação diminui o surgimento de alergias. Chamado de “efeito minifazenda”, o risco diminui proporcionalmente ao número de pets de uma casa.
Segundo especialistas da área da saúde, quem interage com animais de estimação tem um risco 50% menor de desenvolver asma e outras doenças respiratórias. Por quê? O estilo de vida afeta o microbioma, conjunto de microrganismos que vive nos tecidos e fluidos humanos.
Torna as crianças protetores de animais
Crianças que convivem com pets levam esse amor por toda a vida. Assim, quando crescer, elas terão seus próprios pets e cuidará deles com todo carinho. Além disso, defenderão a fauna e flora da cidade onde vivem.
De fato, é muito comum ouvirmos de protetores de animais que aprenderam esse amor com os pais ou com os avós que moravam em fazendas ou que cuidavam de animais em casa.
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